E-mail: ostomiasemfronteiras@yahoo.com.br

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Saúde: Outubro Rosa - Tv Gazeta

Christiane e Cláudia Yamada

Nossa participação no evento Outubro Rosa realizado no Hospital Bandeirantes, com a cobertura do Programa Mulheres da TV Gazeta!




domingo, 11 de outubro de 2015

Outubro Rosa no Hospital Bandeirantres

Christiane e Cláudia

No dia 09/10/2015 nós participamos da oficina de Beleza: “De bem com você” a beleza contra o câncer, no Hospital Bandeirantes!
O "De Bem com Você" a beleza contra o câncer, é um projeto social coordenado pela ABIHPEC, em associação ao projeto social Look Good Feel Better®.
A oficina foi um sucesso!!! Aprendemos como nos maquiar, como usar lenços e o mais importante nos divertimos muitooooooo!!!! Foi uma tarde muito proveitosa!!!
As maquiadoras são uns amores, todas muito atenciosas! A Flávia Flores um encanto de pessoa!!!
A equipe do Programa Mulheres da Tv Gazeta cobriu o evento e provavelmente será transmitido na semana que vem, ainda não sabemos a data certa!!!
Parabéns Hospital Bandeirantes!
Parabéns à equipe: “De bem com você” a beleza contra o câncer!
Parabéns Flávia Flores!
E parabéns principalmente a todas participantes!!!














sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Dia Mundial do Ostomizado!!!

Christiane e Cláudia

Amanhã, dia 03 de outubro de 2015, será comemorado o Dia Mundial dos Ostomizados!!! Dia mundial de pessoas guerreiras!!!

Sem dúvida nenhuma, a vida dos ostomizados não é fácil, temos que conviver com falta de material, falta de informação, preconceito, medo, acidentes com a bolsa...etc, mas não vamos abaixar a cabeça, queremos viver e não apenas existir!!!

A ostomia não nos limita a existir, portanto vamos viver, vamos celebrar a vida!!!

Esta é uma definição de Estoma que encontramos no site “Liga de Ostomizados de Portugal”, e que todos devemos tentar transformar em uma verdade....

Estar com os outros. Partilhar os medos, alegrias e angustias, alargar a rede de suporte social e conviver, deve ser uma prioridade.
Sorrir. Não custa nada, não causa dor e é contagiante. Afinal conseguiu sobreviver à operação e embora não se possa mudar o passado pode fazer do futuro, aquilo que quer que ele seja.
Trocar ideias com o companheiro. A comunicação é fundamental na relação conjugal. Não só permite uma melhor adaptação à doença como estabelecer parâmetros de conduta satisfatórios para ambos.
Ousar ser igual na diferença. Afinal a Ostomia só se aplica a uma função do seu corpo. Todo o resto mantém-se inalterado.
Mudar a visão pessimista da vida. A Ostomia permitiu-lhe ultrapassar um problema que doutra forma o impedia de viver na plenitude. É um símbolo de potencialidade e de regozijo.
Aceitar a nova forma de ser. Desenvolver autoconfiança e encontrar um significado na vida são também os objetivos de qualquer ser humano!


quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Dicas que podem ajudar a evitar “acidentes” com a bolsa de ostomia

Christiane e Cláudia Yamada

É muito comum as pessoas ostomizadas passarem por algum constrangimento por causa de “acidentes” com a bolsa de ostomia.
Vamos dar algumas dicas para vocês, que podem ajudar a evitar que isso aconteça!
- Evite deixar a sua bolsa muito cheia, pois isso dificulta a sua higiene e a bolsa pode escapar das suas mãos na hora de esvaziá-la.
- Faça a higiene da sua bolsa com calma, não tenha pressa, a pressa pode ser sua inimiga.
- Ao esvaziar a bolsa de ostomia verifique se fechou corretamente o velcro ou o clamp, para não correr o risco de “vazar” fezes quando seu intestino funcionar.
- Tome cuidado para não derrubar o clamp (clips) no vaso sanitário e carregue sempre um extra para usar caso isto acontece. 
- Quando usar uma bolsa de modelo diferente da que você está acostumada, verifique antes com a enfermeira estomaterapeuta qual a maneira correta de fechá-la e de encaixá-la na placa (se for de 2 peças). O clamp de alguns modelos de bolsa precisam ser colados (fita adesiva) na bolsa, se não fizer isto, quando o seu intestino funcionar e a bolsa encher, o clamp irá escorregar e sua bolsa irá abrir.
- Carregue sempre um kit com placa, bolsa, pasta, tesoura..., pois pode ser necessário trocar a bolsa e/ou placa de ostomia fora de casa.
- Higienize a sua bolsa antes de sair de casa e verifique se não há necessidade de trocá-la.
- Higienize a sua bolsa antes de dormir.
- Troque a bolsa/placa sempre que sentir que as fezes ou urina estão infiltrando, isso evitará assadura na pele e que a placa descole com o tempo.
- Se você utilizar bolsa de duas peças, verifique se encaixou corretamente a bolsa na placa toda vez que trocar a placa ou retirar a bolsa para lavar.
- Quando for dormir fora de casa carregue uma capa ou protetor de colchão, caso se sinta mais seguro. 
      Esperamos que essas dicas possam ajudar vocês!!!

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Homenagem aos Ostoamigos

Assistam ao vídeo: "Homenagem aos Ostoamigos"
Linda homenagem feita para as pessoas ostomizadas, que além de guerreiras são vitoriosas!!!!!


terça-feira, 25 de agosto de 2015

O ostomizado e o preconceito

Christiane e Cláudia Yamada

“Preconceito é um "juízo" preconcebido, manifestado geralmente na forma de uma atitude "discriminatória" perante pessoas, culturas, lugares ou tradições considerados diferentes ou "estranhos"”.

Muitas pessoas, depois que fazem a cirurgia de ostomia, sofrem preconceito da própria família, dos amigos, de desconhecidos e até dele próprio. E isto acontece pelo fato da ostomia não ser divulgada na mídia, o que faz com que a sociedade não tenha um conhecimento sobre o que é ostomia. Sendo assim, a população dispõe de poucas informações para entender que quando uma pessoa fica ostomizada, ela pode ter uma vida normal, igual a qualquer outra pessoa.

Muitas vezes, o portador de uma ostomia sofre com o preconceito, pelo fato de, em algumas ocasiões, precisarem de alguns cuidados especiais, principalmente após a cirurgia. Porém, nada impede que ele volte a sua rotina e tenha uma vida normal de afazeres após a sua recuperação, apenas tomando alguns cuidados, como por exemplo, cuidado ao pegar peso, cuidado para não bater o estoma, cuidados para evitar a formação de hérnias...

O preconceito contra quem precisa deste artifício para sobreviver, muitas vezes, faz com que ele tenha uma drástica mudança em suas relações sociais, no lazer, no trabalho e no cotidiano familiar, pois ao perceber a discriminação, ele se afasta antecipadamente desse constrangimento, para evitar sentimento de pena e reações de aversão.  E esse isolamento social pode gerar reações emocionais como ansiedade, vergonha, depressão e medo de rejeição. Por isso muitos ostomizados preferem manter secreta a sua ostomia, para evitar o preconceito.

Será que existe algum motivo para uma pessoa sofrer algum tipo de preconceito? Não! Independente de raça, sexo, condição financeira, estatura, peso, deficiente visual, auditivo ou físico...E uma pessoa ostomizada? Também não! A única diferença entre uma pessoa ostomizada e uma pessoa não ostomizada é o local por onde são eliminadas as fezes e/ou a urina, que é em uma bolsa de ostomia acoplada ao abdômen. Fora isso, somos todos iguais!!!!

As pessoas não precisam ter medo de tocar em uma pessoa ostomizada, pois a ostomia é uma cirurgia e não uma doença, portanto você não “pega” ostomia. Hoje em dia, os materiais de ostomia são de ótimas qualidades e se o ostomizado fizer uma higiene adequada da sua bolsa, ela não exala odor e os gases também não exalam cheiro, portanto ninguém precisa ter “nojo” de uma pessoa ostomizada.

Ou seja, não há motivos para se ter preconceitos com uma pessoa ostomizada! Precisamos ajudar a pessoa ostomizada, principalmente a recém-ostomizada para que ela leve uma vida normal e volte para o convívio social, sem se isolar e sem ter medo de sofrer preconceito. Convidamos vocês a nos ajudar a acabar com este e os outros tipos de preconceito!

Referência Bibliográfica:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Preconceito (pesquisado em 04/08/2015)








segunda-feira, 27 de julho de 2015

O que seria de mim sem a minha ostomia?

Christiane e Cláudia Yamada

Você entrou na minha vida de repente e a modificou totalmente, virou o meu mundo de cabeça para baixo, e sem ao menos pedir autorização, resolveu permanecer eternamente, até o último dia da minha vida.

Eu não vou negar que já te odiei, já chorei por sua causa e já reclamei muito de você. Antes da sua presença, a minha vida era tão mais fácil, eu podia vestir a roupa que quisesse, sem me preocupar se você iria aparecer ou não. Eu comia o que eu tinha vontade, sem ficar com medo de você obstruir, dar diarreia, gases ou chorar de tanta cólica. Eu não passava vergonha com os barulhos que você faz nos horários e lugares mais impróprios, e nem me preocupava com os estados dos banheiros públicos. Eu não precisava me preocupar com o que comer antes de trocar a sua “roupa” (placa e bolsa de ostomia). Eu não sentia o ardor (queimação) em volta de você e a minha pele estava sempre em perfeito estado.

Porém já faz tantos anos que você faz parte do meu corpo, que eu já aprendi a conviver com você. É lógico que se eu pudesse escolher em ser ou não ostomizada, eu escolheria não ser, mas hoje eu te vejo de outro modo. Hoje eu agradeço a sua existência, pois é graças a você que eu estou viva, é graças a você que eu tive a oportunidade de continuar ao lado de pessoas maravilhosas (família e amigos), é graças a você que eu posso passear e viajar... Se você não existisse, hoje eu não estaria aqui para te agradecer e agradecer pela minha vida.

Ainda reclamo muito de você na hora de trocar a sua “roupa” e com certeza ainda reclamarei muitas vezes, pois graças a você eu ainda viverei por muitos anos. E o que seria de mim sem você? Hoje pensando é fácil responder, simplesmente eu seria um nada, pois provavelmente não estaria mais aqui, e se ainda estivesse viva, não teria a qualidade de vida que tenho atualmente.

Com você eu aprendi muitas coisas, aprendi a não reclamar tanto da vida por problemas pequenos, aprendi a agradecer mais, aprendi a ajudar os outros e apesar de tantas dificuldades, aprendi a ser mais feliz.


É minha ostomia, você mudou a minha vida, não é fácil viver com você não, mas é melhor tê-la em minha vida e estar viva, do que não tê-la e não viver.