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sábado, 29 de dezembro de 2012

Feliz 2013!!!

Nós, do blog Ostomia sem fronteiras, desejamos a todos ostomizados, ex-ostomizados, familiares, amigos e seguidores que no Ano Novo que se aproxima, possamos viver intensamente cada momento com muita Paz, Amor e Esperança, pois a vida é uma dádiva e cada instante é uma benção de Deus!

Nunca se esqueça de que "para sonhar um ano novo que mereça este nome, você, meu caro, tem de merecê-lo, tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil, mas tente, experimente, consciente. É dentro de você que o Ano Novo cochila e espera desde sempre" (Carlos Drummond de Andrade)

Feliz Ano Novo!!!


terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Algumas dicas que podem facilitar a troca da bolsa e ajudar a placa a aderir melhor na pele.


Christiane e Cláudia Yamada

Gostaríamos de compartilhar com vocês algumas dicas de como trocar a bolsa de ostomia, que podem ser úteis aos recém-ostomizados. Porém não podemos nos esquecer de que o que é bom para nós, nem sempre é bom para o outro!

1 – Troque a sua bolsa de preferência na parte da manhã e em jejum, pois geralmente neste horário o seu intestino está “mais vazio” e diminui o risco de funcionar na hora da troca.

2 – Deixe uma placa recortada previamente no dia anterior, ou antes de retirar a bolsa, pois a pressa pode atrapalhar, e fazer com que o recorte fique grande, o que facilita que ocorra infiltração das fezes e assim a pele pode ficar assada, ou que fique muito justo, podendo machucar o estoma.

3 – Antes de recortar a placa, primeiro desenhe o recorte com a ajuda de uma caneta esferográfica e de um medidor.

4 – Procure recortar a sua placa, com uma tesoura pequena de ponta arredondada (aquelas de cortar unha de bebê), pois facilita o recorte.

5 – Para descolar a placa da sua pele, utilize um pedaço de pano macio (por exemplo um pedaço de fralda) umedecido e com sabão, pois facilita a retirada da placa. Retire a placa com cuidado, para não machucar a pele.

6 – Lave bem ao redor do ostoma com água e sabão neutro, retirando todos os resíduos de fezes e pasta. Evite o uso de sabonetes com hidratantes, pois pode prejudicar a aderência da placa na pele.

7 – Enxágue bem a pele retirando todo o sabão.

8 – Seque a pele com um pano macio, principalmente ao redor do ostoma, pois se estiver molhada ou úmida a placa não irá colar direito.

9 – O uso de um espelho pode auxiliar a troca da placa, pois facilita a visualização.

10 - Se necessário, passe o spray Cavilon antes de colocar a placa e espere secar bem.

11 – Se a pele estiver machucada, coloque o “pó para estoma” para retirar a umidade e ajudar a cicatrizar, retire o excesso e coloque a placa.

12 – Algumas pessoas têm a pele irregular, ou ostoma retraído, ou dificuldade da aderência da placa na pele, e utilizam pasta com álcool ou barreira protetora (sem álcool), para ajudar a fixação (aderência) da placa na pele. Esses produtos podem ser colocados na placa ao redor do recorte, ou diretamente na pele em volta do ostoma. 

13 – Após colocar a placa passe o dedo ao redor do ostoma, para fixar bem a placa.

14 – Evite fazer movimentos bruscos logo após trocar a placa, para que a placa fixe bem na pele

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Mensagem de Mayra Oliveira


Tenho 23 anos e sou ostomizada, e isso não significa ter uma bolsa coletora de fezes e sim uma vida mais saudável. A retocolite estava me matando aos poucos, passei anos lutando contra a doença até que chegou o dia de eu fazer a cirurgia de ostomia.
Hoje estou curada, não tenho mais o intestino doente, não tenho o intestino grosso, por isso preciso da bolsa de colostomia e as vezes eu não vou poder escondê-la debaixo da roupa, agora ela faz parte do meu corpo.
Muitas pessoas precisam fazer essa cirurgia seja por doença ou por acidente ocorrido, mas a grande maioria da população nunca ouviu falar dessa cirurgia simplesmente porque não é divulgado, não sei porque... dizem que o intestino é o segundo órgão mais importante no nosso corpo, depois do coração, e eu posso dizer pra você com todas as letras! não é fácil ser uma pessoa com problemas no intestino, como também não é fácil ser uma pessoa com problemas no coração, no pulmão, ter diabetes, perder um braço, uma perna, mas sempre damos um jeito pra conviver com aquilo que surgiu de repente em nossas vidas. 

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

A importância da convivência com outros ostomizados


Christiane e Cláudia Yamada

A maioria das pessoas não sabe o que significa “ser ostomizada”, pois a cirurgia de “ostomia” não é muito divulgada na mídia, e na maioria das vezes nós só ficamos sabendo o que é, quando por algum motivo, nós, algum familiar, ou amigo precisamos passar por esta cirurgia.

Cada pessoa reage de uma maneira e no começo todos temos o direito de ficar triste, chorar, sofrer, se revoltar... A duração desses sentimentos depende do tempo de adaptação e aceitação de cada um.

Muitas vezes, no início, acreditamos que somos os únicos ostomizados do planeta, e por isso nos sentimos o “patinho feio” da família e dos amigos, e então imaginamos que a nossa vida acabou, que ninguém irá nos aceitar, que nossos amigos e nossa família irão nos abandonar! Mas calma, pare e respire, porque nem sempre é assim!

Nós temos algumas ferramentas ao nosso favor, e uma delas é a internet! É lógico que a internet também pode não ser favorável, depende muito do que você pretende pesquisar. Portanto, use-a a seu favor!!!

As páginas de relacionamento são ótimas ferramentas, pois nelas encontramos muitas pessoas ostomizadas para nos relacionarmos, trocarmos experiências, dicas de alimentação, roupa, materiais... Além disso, nessas páginas existem muitos grupos relacionados à ostomia, onde são discutidos diversos assuntos, são tiradas muitas dúvidas, temos acessos aos nossos direitos... e o principal, descobrimos que existem muitas pessoas que são iguais a nós e são muito felizes.

Nós conhecemos pessoas que ainda estão em processo de adaptação e precisam da nossa ajuda, mas também aquelas que já superaram qualquer sentimento de dor, revolta, tristeza, e hoje estão prontas para ajudar os recém ostomizados e os ostomizados que ainda não se aceitaram.

Nós aprendemos muito e também ensinamos muito convivendo com outras pessoas ostomizadas. Por isso a troca de experiência é fundamental para o nosso aprendizado, nossa adaptação e nossa aceitação, pois nós não nascemos ostomizados e, portanto, não temos a obrigação de saber como lidar com a ostomia.

Muitas vezes acreditamos que a situação em que nos encontramos é a pior de todas, mas ao conhecermos outras pessoas ostomizadas, percebemos que existem casos muito mais difíceis que o nosso. Além disso, algumas pessoas não são ostomizadas, porém tem limitações mais complicadas que a de um ostomizado, por exemplo, um deficiente visual, paraplégico, tetraplégico..., e muitos deles são felizes, então nós também podemos superar as nossas dificuldades e viver bem.

É muito importante conhecermos novos ostomizados, nem que seja só para “jogar conversa fora”, pois muitas vezes precisamos da companhia de pessoas que passaram ou estão passando pela mesma situação que a gente para desabafar, pois elas sim entendem as nossas dificuldades, os nossos medos, as nossas tristezas... não que uma pessoa que não seja ostomizada não nos entenda, mas é diferente!
Através da troca de experiência nos grupos nós aprendemos que apesar de termos nossas limitações, nós nascemos para sermos felizes! Precisamos nos libertar do “estigma social” de “coitadinho”, mostrar nossa “cara” ao mundo, mostrar que somos capazes e que somos felizes...Por isso, divirta-se, sorria, seja feliz, viva a vida!!!


quinta-feira, 25 de outubro de 2012

A importância da demarcação de uma ostomia


A confecção de um estoma é um procedimento comum e apesar de comumente realizado, tal procedimento é potencialmente acompanhado de complicações que na maioria das vezes são subestimadas.

Muitas complicações estão relacionadas com a má localização do estoma, como, por exemplo, podemos citar: dificuldade com o auto-cuidado; problema com a adaptação do dispositivo levando à ocorrência de complicações na pele periestoma ou no estoma, consequentes problemas de ordem emocional que, além de traumatizar, dificultam a reabilitação das pessoas ostomizadas; ansiedade do paciente; rejeição ao estoma; além de complicações futuras como hérnias e prolapso do estoma entre outras.  Portanto, a confecção do estoma numa área que assegure a aderência do dispositivo e de fácil visualização do paciente, constitui-se em uma estratégia de prevenção de complicações importantes.

 As complicações também estão associadas a outros fatores de ordem geral, como idade avançada, fragilidade da musculatura abdominal, aumento da pressão intra-abdominal, redução do tônus muscular, aumento de peso no pós-operatório, estado físico debilitado, radiação pré e pós-operatórias, entre outros. A hérnia periestomal é uma das complicações que está relacionada à confecção de um orifício abdominal grande ou, em caso de pacientes obesos e com mau estado geral ou, ainda pelo aumento da pressão intra abdominal e localização do estoma em incisão operatória anterior .

Uma grande parte de tais complicações podem ser evitadas com o planejamento do local de confecção do estoma e com o uso de técnica cirúrgica adequada. Principalmente nos casos de estomas definitivos, uma maior atenção na sua confecção, que ocorre normalmente ao final do procedimento cirúrgico, poderá proporcionar melhor qualidade de vida ao paciente, com menores taxas de complicações.

Sendo assim, a demarcação realizada no período pré-operatório é considerada um fator determinante para reabilitação do ostomizado, devido à facilitação ao auto cuidado e reabilitação no processo pós-ostomia, além de facilitar a adaptação psicológica e social do paciente.

A demarcação, por se tratar de uma técnica simples e de fácil realização, não deveria ser negligenciada por parte dos enfermeiros e dos cirurgiões. A responsabilidade deve ser compartilhada entre esses profissionais e vista como um compromisso com o paciente, considerando-se que ter o estoma em local previamente selecionado e adequadamente construído é parte integrante de seus direitos.

A demarcação prévia do local do estoma é um dos fatores essenciais na prevenção de complicações tanto no estoma quanto na pele periestoma, pois um estoma bem localizado na parede abdominal facilita as atividades de auto cuidado referentes à remoção e à colocação da bolsa, higiene do estoma a pele periestoma, bem como a manutenção do sistema coletor, contribuindo para prevenir complicações, possibilitar a reintegração social precoce, constituindo, ainda, um direito do paciente. Estudos demonstram que a localização inadequada do estoma é mais comum em cirurgias de urgência, denotando a importância do planejamento pré-operatório.

Uma das principais complicações relacionadas aos estomas incluem a adaptação inadequada da placa de ostomia, devido à má localização do estoma na parede abdominal, situando-se próximo a depressões, pregas cutâneas, proeminências ósseas, permitindo o vazamento do conteúdo drenado pelo estoma. Portanto, é muito importante selecionar o local para o posicionamento do estoma para facilitar a reabilitação da pessoa ostomizada, do aspecto físico e emocional. O objetivo é favorecer, durante o ato cirúrgico a confecção de uma abertura anatomicamente adequada que permita adaptação de dispositivos para a coleta dos efluentes com o mínimo de desconforto para o paciente, pois um estoma mal localizado tem um efeito negativo na reabilitação além de dificultar o auto cuidado.  

Para a realização adequada da demarcação deveremos considerar alguns fatores especiais tais como: portadores de próteses, obesos (abdômen em avental) cadeirantes e qualquer outro fator que influencie a mobilidade do paciente. Quanto a localização, deverão ser evitados determinados locais, o estoma deverá estar a uma distância mínima de 5 cm de proeminências ósseas, (rebordo costal, crista ilíaca) linha da cintura, prega inguinal, dobra cutânea, incisão cirúrgica e drenos.

Se faz necessário que o local demarcado seja respeitado no período intra operatório e, quando não for possível deve ser feita na área próxima do local anteriormente previsto. Existem alguns fatores quanto a escolha do local demarcado: localização do músculos reto abdominal (O músculo reto-abdominal é o escolhido pelos cirurgiões para colocação dos estomas por fornecer apoio muscular, reduzir o risco de complicações tardias relativas à prolapso e hérnia periestomal), área de pele suficiente para instalação (aderência) do dispositivo, manter uma distância adequada entre o local do estoma e dobras e pregas de pele, cicatrizes umbilical, proeminência óssea das costelas e crista ilíaca e localização que permita a boa  visualização pelo cliente. 
  

MÉTODO PARA MARCAR O LOCAL DA INSERÇÃO DO ESTOMA

  • Verificar o tipo de estoma a ser realizado: este fator possibilita saber o segmento do intestino a ser exteriorizado para determinar o quadrante abdominal onde será localizado o estoma;
  • Localizar o músculo reto abdominal;
  • Escolher o local do estoma conforme os seguintes requisitos: abaixo da margem costal; planejar o local da incisão; distanciar quando possível de antigas cicatrizes, pregas cutâneas, linha da cintura, crista ilíaca e cicatriz umbilical;
  • Marcar claramente o local com uma caneta dermográfica;
  • Quando em dúvida - marcar duas localizações;
  • Solicitar ao paciente que se sente, levante e deite para observar o local demarcado nas diferentes posições;
  • Verificar a margem de fixação dos dispositivos que deve ter uma área de 4cm² a 5cm²  em relação ao local demarcado;
  • Quando necessários dois estomas (urostomia e colostomia, ou ileostomia), estes não devem estar localizados no mesmo nível, devido ao possível uso da cinta;
  • Atentar para atividades no trabalho, lazer e prática de esportes;
  • Na ileostomia em alça ou terminal, o estoma deve ser localizado no quadrante inferior direito;
  • Na colostomia de cólon descendente ou sigmóide, o estoma deve ser localizado no quadrante inferior esquerdo.





Referências:

DELAY, D. M. P. V. O cuidado dom o ostomizado: uma revisão da literatura. 2007.

MEIRELLES, Creusa Aparecida, FERRAZ, Clarice Aparecida. Avaliação da qualidade do processo de demarcação do estoma intestinal e das intercorrências tardias em pacientes ostomizados.  Rev Latino-am Enfermagem.  v. 9(5):32-8, set./out. 2001.

MENDONÇA, Regiane de Souza, VALADÃO, Marcus, CASTRO, Leonaldson, CAMARGO, Teresa Caldas Camargo. A Importância da Consulta de Enfermagem em Pré-operatório de Ostomias Intestinais. The Importance of the Nursing Visit Prior to Intestinal Ostomy Placement . Revista Brasileira de Cancerologia. v. 53(4): 431-435. 2007.

SANTOS, C. H. M., BEZERRA, M. M. B., BEZERRA, F. M. M., PARAGUASSÚ, Bianca Rahal.  Perfil do paciente ostomizado e complicações relacionadas ao estoma. Profile of the pacient with stoma and complications related to stoma. Rev bras. colo-proctol. v.27 n.1 Rio de Janeiro jan./mar. 2007.

YAMADA, B.F.A., MARCONDES, Maria da Glória, CESARETTI, Isabel Ribeiro, PRADO, Alciony Aparecida. Vislumbrando a demarcação no terceiro Milênio. Rev.Esc.Enf.USP,v.33. Número Especial, 1999.

YAMADA, B.F.A., MARCONDES, Maria da Glória, CESARETTI, Isabel Ribeiro, MORAIS, José Fausto de, PRADO, A. A. B. Ocorrência de Complicações no Estoma e Pele Periestoma: estudo retrospectivo. Rev Estima.  vol 1 (3). p. 16 – 24. 2003.

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Depoimento de Zenaide Santos


Em 2003, depois do trabalho cheguei a casa sentindo dores, mas era normal, muito cansaço. Dormi algumas horas e acordei com muita dor, não sabia onde, todo o corpo. Chamei minha filha e pedi para me levar para um hospital.
Fiz exames e veio aquele diagnostico terrível... Era “CÂNCER”  entre a bexiga e a Uretra. Foi então a grande luta. Fiz duas cirurgias, uma para retirar o tumor, que não teve êxito.
Dois meses depois, em 05 de janeiro de 2004, foi feita a outra cirurgia. Fiquei 22 dias na UTI, ninguém tinha esperanças de dar certo. Nessa cirurgia foram retirados os órgãos afetados pelo “ SARCOMA “, a  bexiga total, uretra, ovários, útero, e também uma parte do intestino. Assim fiquei Colostomizada e Urostomizada.
Decidi viver... Viver melhor. Lutei contra muitas e muitas tristezas, recuperei minha vaidade, e assim consegui formar minhas duas filhas; Janaina Pedagoga e Camila Farmacêutica. Hoje estão casadas e tenho dois netinhos. Eram sonhos que mesmo depois de tantos sofrimentos eu não poderia desistir. Conheci pessoas maravilhosas, que muito me ajudaram com palavras, orações e exemplos de determinação e superação. Fui até a praia,conhecer o mar...foi muito lindo, agradeço aqueles anjos que estavam ao meu lado.

Na associação de Ostomizados fui adquirindo conhecimentos e vontade vencer, sou presidente hoje eu tenho lutado por nossos direitos, e também sempre participando de eventos, reuniões, tudo que diz respeito ao tratamento e também  à recuperação
Estou cursando SERVIÇOS SOCIAIS, e em dezembro de 2013 será minha formatura. Tenho muitos planos, para nosso futuro.Já fizemos uma palestra na minha faculdade sobre “OSTOMIA UMA QUESTÃO SOCIAL”.Tornando o assunto de interesse dos acadêmicos.
Devo tudo o que sou hoje, o que faço a “DEUS” que me deu essa nova chance de vida. Uma Ostomia que me salvou. Foi por minhas filhas,meus médicos ,amigos que venci e continuarei sempre lutando,e onde tiver um ostomizado eu irei...somos espelhos de vitoria.


terça-feira, 16 de outubro de 2012

Sorteio de materiais para ostomia pela empresa Express Medical

A pessoa ostomizada sabe a importância da utilização de produtos para ostomia de ótima qualidade. Pensando nos ostomizados, a empresa Express Medical está realizando uma pesquisa de opinião.
Você quer concorrer a cinco vale-compras no valor de R$300,00 em produtos?
Isso é muito fácil, é só você participar desta pesquisa de opinião do Express Medical até o dia 31 de outubro de 2012, quando será realizado o sorteio!
Preencha a pesquisa e boa sorte!